• Processar faculdades e universidades

    Proteja seu futuro acadêmico.

  • Assessoria jurídica para alunos contra abusos educacionais.

    Saiba mais aqui.

  • Cobranças indevidas, diplomas negados?

    Conheça seus direitos.

  • Foi prejudicado por uma faculdade?

    Saiba como agir legalmente.

Tempo estimado de leitura: 5 minutos.

O ensino superior deve respeitar a lei e garantir os direitos de seus alunos.

Quais são os principais problemas enfrentados pelos estudantes?

Faculdades e universidades podem gerar prejuízos acadêmicos e financeiros.

Os alunos de faculdades e universidades frequentemente enfrentam dificuldades que impactam diretamente sua formação e futuro profissional.

Muitas dessas situações envolvem abusos contratuais, práticas comerciais ilegais e falhas na prestação dos serviços educacionais.

A seguir, destacamos os principais problemas relatados pelos estudantes e como buscar soluções legais.

  1. Cobrança de taxas extras não previstas no contrato educacional.
    Algumas faculdades cobram valores adicionais sob justificativas genéricas, como taxas de material, tecnologia ou infraestrutura, sem que esses valores tenham sido informados previamente no contrato. Essas cobranças podem ser contestadas com base no Código de Defesa do Consumidor.

  2. Recusa na emissão de documentos acadêmicos mesmo após a conclusão do curso.
    Muitos alunos enfrentam dificuldades para obter diplomas, certificados de conclusão ou históricos acadêmicos, mesmo tendo cumprido todos os requisitos do curso. A recusa injustificada da emissão de documentos pode ser revertida por meio de ação judicial.

  3. Propaganda enganosa sobre cursos que não entregam o prometido.
    Faculdades que anunciam programas com infraestrutura de ponta, corpo docente qualificado e benefícios acadêmicos, mas não cumprem essas promessas, podem ser responsabilizadas por propaganda enganosa. O aluno pode exigir ressarcimento e até indenização.

  4. Reprovação injusta em disciplinas ou aplicação incorreta de notas.
    Notas erradas, critérios subjetivos de avaliação e falta de transparência na correção podem levar alunos a serem reprovados indevidamente. Nestes casos, é possível solicitar uma revisão administrativa e, se necessário, recorrer judicialmente.

  5. Falha na entrega de materiais, estágios obrigatórios ou suporte acadêmico.
    Se um curso exige materiais, práticas laboratoriais ou estágios obrigatórios, mas a faculdade não oferece essas atividades adequadamente, o aluno pode exigir a regularização do serviço ou até mesmo o ressarcimento por danos causados.

  6. Cancelamento arbitrário de cursos sem devolução de valores pagos.
    Algumas faculdades encerram cursos ou turmas de forma inesperada, deixando os alunos sem opções de continuidade ou ressarcimento. Nesses casos, é possível buscar a devolução dos valores investidos e, em algumas situações, indenização por danos morais.

  7. Problemas com diplomas e revalidação de títulos acadêmicos.
    Estudantes que se formaram no exterior ou em instituições nacionais podem enfrentar obstáculos na revalidação de seus diplomas. A negativa ou demora excessiva na revalidação pode ser contestada judicialmente.

  8. Cláusulas abusivas nos contratos de financiamento estudantil.
    Muitos alunos contratam financiamento para pagar a faculdade, mas encontram dificuldades devido a cláusulas abusivas, como juros excessivos, cobranças retroativas ou mudanças unilaterais nas condições do contrato. O estudante pode buscar revisão contratual.

  9. Cobrança de mensalidades durante períodos de greve ou suspensão de aulas.
    Quando as aulas são suspensas por greves de professores ou problemas internos da instituição, os alunos não podem ser prejudicados financeiramente. Se a faculdade continuar cobrando integralmente sem oferecer reposição, é possível exigir descontos ou reembolso.

Leis Relacionadas

  • Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) – Protege estudantes contra abusos contratuais e práticas comerciais ilegais.

  • Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) – Regula o funcionamento das instituições de ensino.

  • Normas do Ministério da Educação (MEC) – Estabelecem critérios para oferta de cursos superiores.

Principais prazos legais

  • O prazo para contestar cobranças indevidas é de 5 anos, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

  • Para revisão de notas e avaliações, deve-se seguir o regimento interno da instituição.

  • O prazo para exigir a emissão do diploma é de 120 dias após a conclusão do curso.

Você sabia?

O Procon já multou universidades por publicidade enganosa sobre cursos de pós-graduação, obrigando a devolução dos valores pagos por alunos prejudicados.

#É Fato!

80% das reclamações de estudantes contra faculdades são sobre cobranças indevidas e descumprimento de contrato, de acordo com dados públicos.

Os estudantes têm direitos e podem buscar justiça contra práticas abusivas no ensino superior.

Quais são as consequências jurídicas para faculdades que desrespeitam os direitos dos alunos?

Entenda como a Justiça tem punido abusos cometidos por instituições de ensino superior.

Muitas faculdades acreditam que podem agir sem consequência, aplicando práticas abusivas contra seus alunos.

No entanto, a legislação brasileira protege os estudantes, e instituições que descumprem seus deveres podem ser penalizadas de diversas formas.

Veja como a Justiça tem tratado esses casos:

  1. Faculdades podem ser multadas por práticas abusivas.
    O Procon e o Ministério da Educação (MEC) aplicam multas milionárias a universidades que desrespeitam contratos, cobram taxas ilegais ou divulgam informações enganosas sobre seus cursos.

  2. A retenção de diplomas pode resultar em indenização por danos morais.
    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que faculdades que seguram diplomas de alunos inadimplentes podem ser obrigadas a pagar indenização por danos morais, além de entregar o documento imediatamente.

  3. Cobranças indevidas podem gerar restituição em dobro.
    Segundo o Código de Defesa do Consumidor, cobranças ilegais feitas por faculdades podem ser anuladas e, em alguns casos, a Justiça determina que o aluno seja reembolsado em dobro pelos valores pagos indevidamente.

  4. Universidades que encerram cursos sem aviso prévio devem indenizar alunos.
    Se uma instituição de ensino fecha um curso ou cancela turmas sem oferecer alternativas viáveis para os estudantes, pode ser obrigada a devolver as mensalidades e indenizar os prejudicados.

  5. Propaganda enganosa pode resultar em ressarcimento e danos morais.
    Faculdades que divulgam cursos com promessas falsas de reconhecimento no MEC, empregabilidade garantida ou infraestrutura de ponta podem ser processadas por publicidade enganosa e obrigadas a compensar financeiramente os alunos.

  6. Irregularidades na correção de provas podem ser revertidas na Justiça.
    Se um aluno foi reprovado injustamente, seja por erro de correção ou critérios subjetivos, ele pode ingressar com um recurso administrativo e, se necessário, entrar com ação judicial para revisão da avaliação.

  7. Casos de discriminação ou exclusão indevida podem gerar penalidades severas.
    Universidades que desrespeitam direitos de alunos com deficiência, negam acessibilidade ou aplicam critérios discriminatórios podem ser processadas e sofrer sanções administrativas.

  8. A não entrega de documentos acadêmicos pode inviabilizar o funcionamento da faculdade.
    O MEC tem poder para descredenciar instituições que acumulam irregularidades acadêmicas e não fornecem documentos essenciais para os estudantes, como diplomas e históricos.

  9. Fraudes acadêmicas podem levar ao fechamento da instituição.
    Se uma faculdade estiver envolvida em fraudes acadêmicas, como falsificação de diplomas, venda de trabalhos de conclusão de curso ou irregularidades em avaliações, pode perder seu credenciamento junto ao MEC.

Leis Relacionadas

  • Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) – Protege alunos contra práticas abusivas.

  • Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) – Regula o funcionamento das instituições de ensino superior.

  • Código Civil – Estabelece a responsabilidade contratual das faculdades.

Principais prazos legais

  • A solicitação de revisão de notas deve respeitar os prazos do regimento interno da faculdade.

  • O prazo para questionar cobranças indevidas e práticas abusivas é de 5 anos, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

  • Universidades têm até 120 dias para emitir diplomas após a conclusão do curso, segundo normas do MEC.

Você sabia?

O Procon já multou diversas universidades por propaganda enganosa e retenção ilegal de documentos.

#É Fato!

80% das decisões sobre propaganda enganosa em faculdades resultam em indenização para os alunos prejudicados, de acordo com dados públicos.

Como agir caso tenha sido prejudicado por uma faculdade?

Passo a passo para buscar seus direitos e garantir justiça acadêmica.

Se você sofreu algum prejuízo causado por uma faculdade, é essencial agir rapidamente e da forma correta para garantir a reparação dos danos.

Siga as etapas abaixo para tomar as medidas necessárias:

  1. Reúna todas as provas, como contratos, e-mails e boletos.
    Guarde todos os documentos que comprovem sua relação com a faculdade, como contrato de prestação de serviços educacionais, comprovantes de pagamento e trocas de mensagens com a instituição.

  2. Tente resolver diretamente com a instituição e registre as tentativas.
    Antes de buscar medidas judiciais, entre em contato com a faculdade e registre formalmente sua reclamação. Se possível, envie e-mails e solicite respostas por escrito para evitar alegações de que a reclamação nunca foi feita.

  3. Caso não resolva, formalize uma reclamação no Procon e no MEC.
    Se a faculdade continuar desrespeitando seus direitos, registre queixa nos órgãos responsáveis, como o Procon e o Ministério da Educação (MEC), para que medidas administrativas sejam tomadas contra a instituição.

  4. Se ainda houver impasse, consulte um advogado especializado.
    Um advogado poderá analisar o caso e indicar as melhores estratégias para garantir que seus direitos sejam respeitados. Ele poderá atuar na negociação, apresentar recursos administrativos e, se necessário, ingressar com uma ação judicial.

  5. Entre com um pedido judicial para garantir seus direitos.
    Se a faculdade persistir na irregularidade, é possível ingressar com um processo na Justiça, pedindo desde a liberação de documentos acadêmicos até indenizações por prejuízos causados.

  6. Para casos de cobranças indevidas, solicite reembolso e indenização.
    Se a faculdade realizou cobranças abusivas, é possível exigir o estorno dos valores pagos e, em alguns casos, o ressarcimento em dobro, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

  7. Em questões acadêmicas, peça uma reavaliação do caso administrativamente antes de recorrer à Justiça.
    Se a reclamação for relacionada a notas, correções ou reprovações indevidas, o primeiro passo é solicitar uma revisão dentro da própria faculdade. Caso o pedido seja negado sem justificativa plausível, a via judicial pode ser acionada.

  8. Fique atento aos prazos para entrar com ações judiciais.
    O prazo para contestar cobranças indevidas e práticas abusivas é de 5 anos, enquanto questões acadêmicas podem ter prazos mais curtos, dependendo do regimento interno da instituição.

  9. Não aceite acordos unilaterais sem análise jurídica.
    Muitas faculdades oferecem acordos para evitar processos, mas esses acordos podem não ser vantajosos para o aluno. Um advogado pode analisar a proposta e garantir que seus direitos sejam preservados.

Leis Relacionadas

  • Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) – Protege alunos contra práticas comerciais abusivas.

  • Regulamentos do Ministério da Educação (MEC) – Normas para funcionamento de instituições de ensino superior.

  • Código Civil – Regula contratos firmados entre alunos e faculdades.

Principais prazos legais

  • O prazo para contestar cobranças indevidas e cláusulas abusivas é de 5 anos.

  • Universidades devem emitir diplomas em até 120 dias após a conclusão do curso.

  • Recursos administrativos sobre notas e avaliações devem seguir o prazo do regimento interno da faculdade.

Você sabia?

O MEC já determinou que faculdades que encerram cursos sem aviso prévio devem reembolsar alunos prejudicados.

#É Fato!

90% dos processos contra faculdades envolvem abusos financeiros e contratuais, de acordo com dados públicos.

Como um advogado especialista pode ajudar?

Veja como garantir seus direitos contra faculdades e universidades.

Diante das diversas irregularidades praticadas por instituições de ensino superior, um advogado especializado pode ser fundamental para assegurar que os direitos dos estudantes sejam respeitados.

A seguir, apresentamos as principais situações em que a atuação de um profissional do direito pode fazer a diferença.

  1. Ações contra cobranças indevidas e valores abusivos.
    Se a faculdade aplicar reajustes ilegais, cobrar taxas não previstas em contrato ou exigir valores abusivos, um advogado pode ingressar com ação judicial para anular as cobranças e até mesmo solicitar reembolso dos valores já pagos.

  2. Processos para liberação de diplomas e certificados negados.
    A retenção de documentos acadêmicos por inadimplência ou outros motivos ilegais pode ser contestada judicialmente. Um advogado pode garantir que a instituição forneça os diplomas e certificados sem burocracias indevidas.

  3. Defesa contra cancelamento injustificado de matrícula.
    Se um estudante tiver sua matrícula cancelada sem justificativa válida, um advogado pode entrar com um mandado de segurança para garantir sua permanência na instituição e evitar danos à sua trajetória acadêmica.

  4. Pedido de indenização por danos morais e materiais causados pela instituição.
    Casos de propaganda enganosa, cancelamento de cursos ou falhas graves na prestação do serviço educacional podem gerar danos aos alunos. Nesses casos, um advogado pode solicitar na Justiça a reparação financeira pelos prejuízos sofridos.

  5. Representação em casos de fraude acadêmica ou propaganda enganosa.
    Se a faculdade oferecer um curso com promessas falsas de empregabilidade, estrutura de ensino ou reconhecimento do MEC, um advogado pode exigir a devolução dos valores pagos e compensação por eventuais danos ao estudante.

  6. Ação para garantir o cumprimento de contratos educacionais.
    Se a instituição não cumprir com o que foi acordado no contrato, seja em relação a infraestrutura, carga horária ou condições acadêmicas, um advogado pode exigir a execução do contrato ou a rescisão com devolução dos valores pagos.

  7. Defesa contra penalidades injustas impostas pela faculdade.
    Muitas faculdades aplicam sanções abusivas contra alunos, como suspensão por inadimplência ou exigência de pagamentos indevidos para acesso a serviços essenciais. Nesses casos, um advogado pode contestar essas penalidades na Justiça.

  8. Recursos administrativos e judiciais para correção de notas e avaliações.
    Em casos de reprovação injusta, erros de correção ou falhas na avaliação acadêmica, um advogado pode orientar o aluno sobre a melhor forma de recorrer administrativamente e, se necessário, ingressar com ação judicial para revisão da nota.

  9. Assessoria jurídica para alunos inadimplentes em relação a abusos contratuais.
    Um advogado pode avaliar a legalidade de contratos de financiamento estudantil e identificar cláusulas abusivas, renegociando dívidas ou contestando cobranças excessivas que prejudiquem o aluno.

Leis Relacionadas

  • Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) – Protege alunos contra práticas abusivas de instituições de ensino.

  • Código de Processo Civil – Regula ações judiciais e mandados de segurança contra irregularidades acadêmicas.

  • Regulamentos do Ministério da Educação (MEC) – Determinam regras para reconhecimento de cursos e direitos dos alunos.

Principais prazos legais

  • O prazo para contestar cobranças indevidas e cláusulas abusivas em contratos de ensino é de 5 anos.

  • O prazo para entrar com ação para liberação de diploma retido indevidamente é de até 10 anos após a conclusão do curso.

  • Para recursos administrativos sobre notas e avaliações, os prazos variam conforme o regimento da faculdade.

Você sabia?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já determinou que alunos não podem ser impedidos de frequentar aulas por atraso no pagamento, pois a cobrança da dívida deve ser feita por meios legais e não por penalização acadêmica.

#É Fato!

85% das ações contra faculdades resultam em decisões favoráveis aos estudantes, de acordo com dados públicos.

Passo a Passo do Atendimento

Dos esclarecimentos iniciais até a execução das ações jurídicas

1.
Consulta Inicial

O atendimento começa com uma consulta entre o cliente e o advogado. Durante essa reunião, o advogado ouve a situação do cliente, oferece orientações jurídicas e avalia a viabilidade do caso.

2.
Avaliação dos Direitos

Após compreender a situação do cliente, o advogado realiza uma análise detalhada do caso. Esse trabalho inclui a revisão de documentos relevantes, a realização de pesquisas jurídicas e a avaliação das questões legais envolvidas.

3.
Desenvolvimento da Estratégia

Com base na pesquisa e na análise, o advogado desenvolve uma estratégia jurídica personalizada, alinhada aos objetivos do cliente. Essa estratégia define a abordagem do caso, os argumentos a serem apresentados e as provas que serão coletadas.

4.
Execução das Ações

Se as negociações não forem bem-sucedidas e se aplicável, o advogado formaliza o processo judicial, protocolando a ação no tribunal competente. Isso inclui a elaboração e apresentação dos documentos legais necessários para iniciar oficialmente o processo.

Talentos que fazem a Justiça

Especialistas Prontos para Agir.

Dr. Carlos B. Oliveira

OAB 58067 - PE

Dr. Carlos L. Oliveira

OAB/SP 524997-3 | OAB/PE24469

Dr. Jylson A. Oliveira

OAB 63349 - PE

Perguntas Frequentes

Quais são as áreas de atuação do escritório?

Atuamos em diversas áreas do Direito, sendo as principais, o Direito Médico e da Saúde, o Direito Aéreo, o Direito das Famílias, o Direito Contratual e Empresarial, Direito da Propriedade Industrial e Intelectual e o Direito Tributário e o Direito Previdenciário.

Nossos advogados tem especializações em diversos ramos jurídicos e larga experiência pública e privada. Além disto contamos com consultores sêniors associados os quais integram a nossa assistência jurídica de acordo com cada caso concreto.

Quais são as áreas de atuação do escritório?

Os advogados são o Dr. Carlos B. Oliveira - OAB 58067 PE, Dr Carlos L. Oliveira - OAB 24469 PE e o Dr Jylson A. Oliveira - OAB PA.

Cada um dos advogados está situado em uma região diferente do país: Sudeste, Nordeste e Norte, atuando em rede na colaboração jurídica contínua, na gestão dos casos e assistência local.

O escritório atende apenas pessoas físicas ou também jurídicas?

Atendemos pessoas físicas e jurídicas nas diversas áreas de atuação.

Onde o escritório está localizado e quais regiões?

Atendemos prioritariamente em São Paulo, Recife, Belém e Brasília, porém nosso atendimento é nacional. Hoje o processo judicial é eletrônico, além de contarmos com parceiros qualificados.

Quais são os tipos de serviços oferecidos?

Consultas jurídicas, elaboração de contratos, representação em processos judiciais, mediação e arbitragem, dentre outros.

O escritório oferece consultoria online?

Sim. O atendimento está disponível de modo presencial e online.Consultas jurídicas, elaboração de contratos, representação em processos judiciais, mediação e arbitragem

Qual é o tempo estimado para resolver meu caso?

O tempo varia de acordo com o tipo de estratégia jurídica definida, se judicial ou extrajudicial.

As atividades que dependem do Dr Oliveira Advocacia são realizadas com a maior brevidade que o caso requeira.

Quais são os valores cobrados pelo serviço?

Os valores são avaliados de modo individualizado considerando-se a complexidade do caso e a estratégia jurídica definida. A tabela e honorários da OAB é tomada como uma referência não-exclusiva para a fixação dos honorários.

Como funciona a formalização do contrato com o escritório?

A formalização do contrato se dá após uma consulta com um dos nossos advogados, por meio de sistema certificado.

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