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Fraturas em Setores Precários: Terceirização e Suscetibilidade a Riscos

Dr. Carlos L. Oliveira02 de out. de 20252 min de leitura
Fraturas em Setores Precários: Terceirização e Suscetibilidade a Riscos

A Terceirização e o Aumento dos Acidentes

Estudos sobre saúde do trabalhador têm demonstrado uma correlação preocupante: os índices de acidentes de trabalho, como as fraturas, são significativamente maiores entre os trabalhadores terceirizados do que entre os empregados diretos da empresa tomadora de serviços. Essa maior suscetibilidade a riscos decorre, muitas vezes, da precarização das condições de trabalho nas empresas terceirizadas, com menor investimento em treinamento, em EPIs e em prevenção.

A Responsabilidade Solidária da Tomadora de Serviços

A Lei da Terceirização (Lei nº 13.429/2017) e a jurisprudência do TST estabelecem a responsabilidade subsidiária da empresa contratante. No entanto, em casos de acidente de trabalho ocorrido por falha de segurança no ambiente da tomadora, a responsabilidade pode ser considerada solidária. Isso significa que o trabalhador terceirizado que sofre uma fratura pode processar tanto a empresa que o contratou quanto a empresa onde ele prestava o serviço.

Problemas Legais ?

A Assessoria Jurídica na Defesa do Terceirizado

A assessoria de um advogado é fundamental para garantir que a ação de indenização seja movida contra todas as empresas responsáveis, aumentando a chance de o trabalhador receber a devida reparação. "O trabalho do advogado é lutar para que a terceirização não se torne um sinônimo de precarização e de desproteção", conclui Dr. Oliveira.


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