Mercado
Multipropriedade cresce 16,6% e alcança R$ 92,7 bilhões em VGV no país
Fonte: ADIT Brasil — 2025
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Multipropriedade e Time-Sharing
Vendas com promessas que não se cumprem, taxas de manutenção que só sobem e dificuldade para usar o que você comprou. A multipropriedade tem regras — e o consumidor tem direitos.

Por que isso importa agora
O mercado brasileiro de multipropriedade alcançou cerca de R$ 92,7 bilhões em VGV em 2025 (alta de 16,6%), segundo a ADIT. O avanço veio acompanhado de mais disputas por venda sob pressão, propaganda enganosa e cobrança de taxas — e o consumidor tem direitos.
Muitos contratos de multipropriedade escondem cláusulas desequilibradas e vendas conduzidas sob pressão. Rescindir, reaver valores ou discutir cobranças exige a análise correta do contrato e do que foi prometido.
Como atuamos
Revisamos o contrato, os valores e a forma como a venda foi conduzida.
Buscamos o distrato ou a revisão das cobranças de forma direta quando possível.
Quando necessário, discutimos a rescisão, a devolução de valores e cobranças abusivas na Justiça.
Atendimento direto
Sem formulário longo e sem intermediário. Você explica a situação e recebe uma orientação inicial sobre os próximos passos do seu caso.
Dr. Oliveira Advocacia
online
Olá! Vim pelo site sobre multipropriedade. Pode me orientar?
Olá! Claro. Me conte como foi a compra e o que está te incomodando.
Assinei numa sala de vendas e as taxas não param de subir.
Isso pode dar direito a revisão ou distrato. Podemos conversar agora por aqui, com sigilo. 👇
Na mídia · repercussão do tema
O tema virou pauta recorrente: expansão rápida do modelo e aumento das disputas de consumidores.
Mercado
Fonte: ADIT Brasil — 2025
Consumidor
Fonte: Migalhas — 2025
Risco
Fonte: Migalhas — 2024
Reprodução de fatos noticiados pela imprensa, para fins informativos.

Quem conduz o seu caso
Advocacia com foco em Direito Empresarial, Saúde e Gestão. Une profundidade técnica a uma visão prática de negócio, com acompanhamento próximo de cada caso — do diagnóstico à solução.
Perguntas frequentes
Depende do contrato e da forma da venda. Vendas com vício de informação ou pressão podem dar direito à rescisão e à devolução de valores. É preciso analisar o caso.
Reajustes precisam de previsão e razoabilidade. Cobranças abusivas podem ser questionadas.
Sim, pode configurar vício de consentimento. O contexto da contratação é relevante e deve ser avaliado.
Há o direito de arrependimento em certas situações, além de outras teses conforme o caso. É importante agir rápido e analisar o contrato.
Isso muda a estratégia e pode reforçar o direito à devolução. Avaliamos a situação específica.
Depende do contrato e da forma da venda; vendas com vício de informação favorecem a devolução. Analisamos o caso.
Converse com o escritório sobre o seu caso — com sigilo e orientação clara sobre os próximos passos.
Conteúdo informativo, em conformidade com o Provimento OAB 205/2021. Cada caso exige análise individual.